domingo, 19 de janeiro de 2014

CAPÍTULO 28 MARATONA FINAL

Demi colocou a mão no braço dele e apertou. Imediatamente percebeu seu erro quando os músculos dele enrijeceram. Antes que pudesse se afastar, o ca­lor dele lhe invadiu a palma, subiu pelo braço, passou pelo corpo e se instalou pesadamente no ventre. As palavras de conforto desapareceram. Ela puxou a mão a passou a palma que formigava pela coxa, que­rendo que a sensação desaparecesse, mas ele devia ler percebido sua reação.
O olhar dele se abaixou para o dela, então desceu devagar para sua boca e ficou ali, até que ela a sentisse inchada e seca, então passou por seu pescoço e parou nos seios. A expressão preocupada se transformou em alguma coisa diferente. Quente. E sensual. E estimulante. O pulso dela disparou, a respiração parou, e os mamilos enrijeceram, empurrando o algodão macio da camiseta. Gemeu silenciosamente quando percebeu que correra para os bebês sem se vestir.
— Demi, vá para o quarto.
A voz de Joseph era profunda e baixa, sexy. E os olhos... Ah, céus, os olhos! Pareciam penetrá-la. Um tremor a percorreu. Não podia mover os pés, não podia pensar em mais nada a não ser na fome que via no rosto dele. Fome por ela. Nunca um homem a olhara com tanta ânsia, e jamais experimentara aquela paixão instantânea, recíproca e inebriante. Sentia-se como bêba­da, a cabeça girava, os joelhos enfraqueciam. E seu corpo estava cansado de quase dois anos de solidão.
— Vá agora, Demi. Ou não irá sozinha.
Devia ir. Sabia o que aconteceria se ficasse. Mas Joseph precisava de conforto, e ela, que Deus a ajudasse, ansiava por experimentar, por uma vez, a promessa nos olhos dele. E, se não queria um marido, um homem que não valorizava seu amor e dedicação e a ignorava, assim como os filhos que poderiam ter, então só restava uma opção: relacionamentos de curto prazo que duras­sem apenas alguns dias. A umidade lhe encheu a boca, e o coração quase parou.
— Ta... talvez eu não queira dormir sozinha.
— Não estou lhe oferecendo nada além desta noite.
— Não estou procurando o para sempre.
Ficaram ali, parados no tempo, olhos nos olhos. Então ele ergueu a mão e lhe empalmou o rosto. Arrastou o polegar do alto do nariz até a maçã do rosto, depois para a têmpora. A leve carícia fez Demi se arrepiar.
— Suas sardas lembram canela polvilhada.
— Elas me fazem parecer infantil.
— Acredite, ninguém vai confundi-la com uma criança agora, com a luz brilhando atrás de você, iluminando-a através da camisola e acentuando cada curva muito adulta.
Antes que pudesse descobrir o que ele via, os dedos dele mergulharam em seu cabelo, seguraram-lhe a nuca, e ele a puxou. Um passo. Dois. Os mamilos ro­çaram o peito dele, acendendo chamas de desejo em seu útero. O passo seguinte a jogou contra ele... toda a dura e quente extensão dele. A ereção lhe queimou o ventre.
Então a boca de Joseph cobriu a dela, capturou lhe o fôlego, os pensamentos e roubou-lhe tudo, menos a sensação dos lábios macios, da ponta quente da língua, depois a penetração de sua boca. O calor a invadiu e deixou-a tonta de desejo. Ancorou-se no peito dele para se equilibrar, o tecido fino da camisa uma barreira para a carne rija abaixo. Com uma ousadia que jamais tivera, Demi empurrou os seios contra a torre sólida do peito e respondeu beijo com beijo, misturando a língua à dele e provando-o como ele a provava.
Joseph a recompensou ao abrir as mãos sobre suas nádegas, empalmá-las e erguê-la para apertá-la com firmeza contra a evidência de seu desejo. Que ele a quisesse tanto só a fez ansiar por mais. Um gemido de aprovação lhe escapou da garganta, e ela abraçou-o pela cintura, acariciou lhe as costas largas. Um beijo se seguiu a outro e a outro. Cada vez que ele erguia a cabeça, ela inspirava, então o encontrava de novo, famin­ta. Cada beijo se tomou mais intenso e frenético do que o anterior, até que estavam praticamente consumindo um ao outro. O que ele fizera com ela? Aquela mulher faminta era tão diferente dela.
A sala de estar parecia uma sauna, e a pele dela ficou coberta de suor sob a camiseta. Ele se mexeu e inseriu uma coxa entre as pernas dela, roçando-lhe o centro. A temperatura de Demi subiu ainda mais, um tremor a per­correu, e os joelhos dobraram. Ele a segurou com mais força, os dedos mergulhando em sua carne para mantê-la em pé. Ele puxou-a para si, escorregando-a na coxa, para trás, depois para a frente de novo. A roupa dela não era barreira para aquele irresistível movimento sobre o tecido da calça dele.
Seus hormônios, adormecidos por tanto tempo, se atropelaram enquanto ela redescobria como era se sentir querida, necessária. Mas nunca tinha sido daquela maneira. O prazer se construiu dentro dela, até ter cer­teza de que explodiria com sua magnitude. Ele ergueu a cabeça, os olhos queimando nos dela, o peito subindo e descendo, pesado.

— Você tem proteção?

KKKKK o que acharam desse capítulo ????
postei só porque sou muito boazinha ( será????)

14 comentários:

  1. AI MEU DEUS, quem perguntou a ultima fala? Como vc parou nessa parte? Vc vai postar amanha neh
    posta urgentemente!!!

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  2. EU NECESSITO QUE VOCÊ POSTE AMANHÃ , NECESSITO MEEESMO

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  3. Aaaah meu Deus, posta amanha pelo amor de Deus senão eu morro de curiosidadeee , perfeito como smp ;) sua malvada,como pode me deixar assim tao curiosa

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  4. AI MEU DEUS VC TEM QUE POSTA AMANHA,EU NECESSITO DAS SUAS POSTAGENS PLEASE :)
    POSTAA LOGOO!!

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  5. Vc é muito malvada
    posta mais amanha please :D

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  6. Posta amanha. posta amanha plssssssssss

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  7. posta logo morrendo de ansiedade

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  8. HH mds hot hot hot SCOOR alguem me segura hot hot
    Porq vc parou ai?logo ai minina?
    Mdss Posta Logo
    Xoxo

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  9. CADÊ?? CADÊ?? CADÊ VC MLR???
    Eu necessito de um capitulo, necessito de maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais
    Posta logo!!

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  10. MAS PQ VC PAROU AI? Isso não se faz ='( POSTA!! POSTA! POSTA!

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