domingo, 19 de janeiro de 2014

CAPÍTULO 22 MARATONA


Joseph raspou a tigela e comeu, mantendo um olhar em Demi enquanto ela pingava suco de laranja na cobertura e batia. Os movimentos rápidos faziam os seios dela balançarem. Não olhe para os seios dela. Mas não conseguiu se impedir. Apostaria a empresa que Demi não estava de sutiã.
O que estava errado com ele, afinal? Demi o transformava em um adolescente carregado de hormônios. Estaria atraindo-o de propósito? Joseph estudou lhe o rosto, buscando sinais de astúcia feminina, mas não viu nada suspeito. Ela mantinha os olhos no trabalho e agia como se tentasse ignorá-lo. Sabia que estava fingindo porque havia uma tensão nos ombros dela que não existia quando estava com os bebês.
Então ela ergueu os olhos e o viu estudando-a. Os olhares se encontraram, se prenderam, e a consciência cresceu entre eles. O ritmo das batidas no suspiro diminuiu lentamente, então parou. O olhar dela baixou para a boca de Joseph. Ela estendeu a mão, então parou de repente, pouco antes de tocá-lo, baixando a mão. Os lábios dele formigaram.
— Você está... — Demi indicou um ponto acima do próprio lábio superior. — Está com massa aí.
Ele ergueu uma das mãos.
— Não. — Os dedos dela flexionaram, como se estivesse combatendo o impulso de limpar para ele.
E o fato de ela não fazê-lo levou as terminações ner­vosas de Joseph a praticamente chiarem. Seu controle era muito mais sexy do que um gesto ousado para fazer contato.
— Do outro lado.
Ele passou o dedo sobre a migalha de massa e levou-o à boca. Não tivera a intenção de tornar o gesto sensu­al, mas os lábios dela se entreabriram, os olhos cresce­ram, e a cor lhe cobriu o rosto. Inalou, trêmula, os seios se erguendo e baixando, os mamilos endurecendo sob o tecido fino.
O rubor o surpreendeu. Não via uma mulher ruborizar em anos. Poderia a história de Demi ser verdadeira? O marido dela fora mesmo um canalha? Não encoraja­ra o pai do aluno?
A tensão cresceu entre eles. Joseph baixou a mão para a bancada e segurou a beirada com força, assoberbado pelo mais estranho e intenso impulso de beijá-la. Descobrir se o sabor da massa de cookie perma­necia na língua dela. Se seus lábios eram tão macios como pareciam. Sentir seus seios contra o peito. Tudo o que precisava fazer era seguir o impulso e passar para o outro lado da bancada. Deu um passo à frente, e ela também. Poucos centímetros os separavam. E então o timer tocou, Demi pulou e se virou. Abriu a porta do forno e estendeu a mão nua para o tabuleiro quente.
— Cuidado!
Ela puxou a mão, fechou os olhos e inalou profunda e lentamente, então voltou e pegou a luva protetora. Com o rosto virado contra ele, lidou com os cookies enquanto ele tentava entender o que acontecera em sua imprudente visita à cozinha e a fome ilógica que Demi despertara por alguma coisa além do que assava.
Beijá-la teria sido um erro. Demi poderia ser o que parecia, mas, com rubores inocentes ou não, ainda precisava vigiá-la. Tinha truques nas mangas, um fato pro­vado pela forma como oferecera cookies em troca de ele passar tempo com ela, e os meninos, se quisesse comer aqueles doces sensacionais.

Mas precisava mesmo vigiar a si mesmo. Porque parecia que havia perdido o juízo.

Tá aí o primeiro da maratona comentem para o próximo.

10 comentários:

  1. Ok perfeitoooo demaiiis posta mais posta mais posta mais posta mais posta mais pelo amor de deuuus posta maiiiiiis super anciosa

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  2. Posta logo, adorei o capitulo

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  3. Caraaaaaaaaa!!!
    Preciso de mais, pls, mais, mais, mais!!
    Preciso que eles se beijem *--------*

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  4. Maratonaa , posta logo

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  5. To adorando posta mais ;) vai ser de quantos capítulos?

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  6. Caaara ! Demi seduzindo geral :p
    Beijos e posta logo mulher!!!!

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  7. demi seduzindo joe geral kkkkk posta logo ta perfeito :)

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