domingo, 12 de janeiro de 2014

CAPÍTULO 19 E 20

    — Seus capetinhas, já se divertiram muito. — Demi segurou os dois delinquentes nus e risonhos,         endirei­tou-se e recuou para a porta. — Vamos sair do seu cami­nho. Peço desculpas pela interrupção e espero que goste tanto de correr como nossos meninos gostaram de fugir do berçário.
Ele a observou enquanto andava pelo corredor, conversando naquela voz cantarolada que usava com os meninos. Joseph não era do tipo paternal e jamais tinha encontros com mulheres com filhos. Então como podia achar tão atraente uma mulher segurando dois bebês? Mas não havia como ignorar o motivo de sua pele formigar e o pulso disparar. Estava atraído pela babá. Por seu rosto sardento, as pernas longas, o cabelo brilhante e aquele corpo maravilhoso. O leve movimento dos quadris o hipnotizava.

Virou-se para evitar a visão. Tinha 30 anos, não 20, e sabia que aquela atração não o levaria a lugar ne­nhum. Um relacionamento com ela seria completamen­te errado, mesmo se não houvesse aquela demissão questionável no passado dela. Era empregada dele. Ti­nha um filho. E havia um “para sempre” escrito em Demetria Lovato. Não era uma mulher com quem homens tinham casos e depois se afastavam. Ele evitava aquele tipo. Não, uma mulher como Demi queria uma aliança e uma casa cheia de bebês. E ele não podia correr o risco. Nem mesmo depois da maneira como avaliara seu peito nu e fizera sua pele parecer apertada demais. Nem mesmo quando o toque dela o queimar, como uma tocha. Nem mesmo quando as pupilas dilatadas e o rosto rosado lhe mostraram que ela partilhava daque­la atração indesejada. Estava fora de limites.
CAPÍTULO 21
Com um suspiro exasperado, Demi soltou o livro que Jonas lhe emprestara. Lera a mesma página cinco vezes e não se lembrava de uma só palavra. Os meninos estavam dormindo, mas ela não conseguia. E também estava an­siosa demais para conseguir ler... o que era surpreenden­te, já que a leitura era sua forma predileta de relaxar.
Levantou-se e foi até a janela, mas a vista iluminada por uma fatia de lua crescente não conseguiu impedir que seus pensamentos vagassem. Sua ida inesperada ao quarto do patrão tinha sido, ao mesmo tempo, emocio­nante, dolorosa e estimulante. Não queria pensar na úl­tima, então se concentrou nas duas primeiras.
O rosto normalmente severo de Joseph mostrara uma gama completa de emoções desde que os três haviam invadido o quarto. Choque, perplexidade e medo, en­tremeados por meios sorrisos que lhe iluminavam o rosto, como raios de sol entre nuvens de tempestade. A surpresa e o alarme quando Graham se lançara sobre ele teriam sido engraçados se não ficasse evidente tam­bém que Joseph não sabia como fazer uma coisa tão simples como tomar o filho no colo. Aquilo tomara o incidente mais trágico do que divertido.
Mas fora sua total perplexidade ao tentar fazer Graham soltar-lhe os pelos do peito que lhe dera a esperança de ter sucesso em sua missão. Se Joseph fosse o cretino sem coração que tentara convencê-la de que era, não teria he­sitado em se libertar do impiedoso aperto dos dedos do filho, sem se importar se machucava Graham ou não. Mas as grandes mãos de Joseph foram cuidadosas e tími­das enquanto tentava abrir os dedinhos do filho. O olhar de apelo que lançara a Demi lhe apertara tanto o coração que ela esquecera a estratégia básica para afastar a aten­ção de uma criança. Distração e substituição.
Se tivesse se lembrado, talvez agora estivesse dormin­do, e não inquieta e tensa. Mas a emoção mais inquietante que vira no rosto de Joseph fora o medo, quando Graham deitara o rosto no peito do pai. O peito de Joseph.
Lembrava-se de como a pele dele era quente e macia sob seus dedos e de como seu cheiro era deliciosamen­te masculino. E de como se arrepiara quando ela o tocara sem querer. O calor lhe tomou o corpo.
Admitia que ver um homem grande e forte intimidado por um bebê de nove quilos era, ao mesmo tempo, comovente e excitante. Pressionou a mão sobre o cora­ção disparado e se afastou da janela.
Mas o que fazia um homem ter medo do próprio filho? Demi sabia que, se tivesse a resposta àquela pergunta, seria capaz de encontrar uma forma de eliminar a distância entre pai e filho. Não encontraria o que pro­curava olhando para as paredes. E ficar ali, lutando contra a insônia, também não levaria a nada. Pensava melhor quando estava ocupada. Decidiu usar o segun­do meio de aliviar o estresse: cozinhar. Vestiu uma cal­ça de moleton, pegou o monitor de bebê e foi para a cozinha. Uma grande quantidade de cookies de aveia seria o antídoto perfeito para sua agitação.

COMENTEM PARA QUE EU POSSA POSTAR OS PRÓXIMOS MAIS RÁPIDO.

25 comentários:

  1. POSTA MAIS 1 HJ POR FAVOR '-'

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  2. POSTA MAIS 1 HJ POR FAVOR '-'

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  3. posta 3 Hj Por Favorrr

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  4. 'posta quero ver mas Cody

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  5. AHHH ameei
    Jesuuis do ceu
    Os capitulos anteriores q nao comentei scoor q fofo o Graham com o Joe cara *-*
    Mt perfeeito..
    Posta Logo
    Xoxo

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  6. Ta perfeita quero mais!!

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  7. Posta posta posta posta posta posta posta posta maiiiis ta lindo, to amando essa fic, e mt cute esses bbs , o Joe com medo foi o melhor, posta posta logo

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  8. Poosta maiiiiis posta maaiss!!!!

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  9. Gaaaaaaaaata Cadê vc??
    Vc tem que postar, eu ja to tendo abstinência 'o'
    Necessito de mais capítulos, posta logo pls
    Beiijinhos :*

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