terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CAPÍTULO 35 E NOTÍCIAS

A exaustão de Demi desapareceu no momento em que Joseph entrou no escritório na manhã de sábado e fez o ar, e ela, estalar de energia. Ele ainda não a vira sentada no chão, as costas apoiadas nas portas francesas, ou Graham dormindo sobre o cobertor ao lado dela, o pe­queno traseiro erguido e o polegar na boca rosada.
Joseph rodeou a escrivaninha e se sentou. Acendeu o abajur de leitura. Ela percebeu o momento exato em que ele sentiu que não estava sozinho porque o braço paralisou enquanto o estendia para ligar o computador. O olhar se dirigiu para ela.
— O que está fazendo aqui?
Ela colocou um dedo sobre os lábios e apontou para o bebê.
— Graham estava inquieto. Provavelmente um dente nascendo. — A voz era um sussurro. — Eu o trouxe para baixo, para não acordar Cody e você, e pensei que po­dia fazer alguma coisa útil. Não precisei acender a luz, a iluminação do pátio é suficiente. — Mostrou as duas pilhas de pedidos no chão ao lado.
— Leve-o de volta ao berçário.
O sussurro rouco a fez se arrepiar e pensar em con­versas no escuro depois do sexo. Não pense em sexo, Demetria. Mas o corpo esguio e musculoso do patrão, deliciosamente envolto em jeans apertado e camiseta preta, e o queixo recém-barbeado causaram um frenesi em seus hormônios. Como a atração podia ser tão forte e tão errada?
— Não posso mover Graham sem acordá-lo, e ele precisa dormir.
Joseph lhe observou o rosto.
— A julgar pelas sombras sob seus olhos, você também. Ele a manteve acordada a noite toda?
Surpreendida pela pergunta gentil, ela deu de ombros.
— Dormi quando ele dormiu.
E então a expressão de granito voltou.
— Não posso trabalhar com ele aqui.
— Quanto mais ele dormir, mais tempo terei para ler os pedidos. E o levarei embora assim que acordar.
Joseph não pareceu feliz, então seu olhar se desviou para a pequena mesa ao lado dela.
— Cookies para o desjejum de novo?
— Mau hábito.
— Isto é café?
— Sim, e há mais na cozinha. Se ficar com Graham, vou pegar mais para mim e lhe trago uma caneca.
— Não.
A resposta brusca fez o bebê se mexer e choramingar. Demi acariciou as costas de Graham até ele sossegar. Joseph se levantou.
— Vou encher de novo sua caneca quando pegar a minha.
Atravessou a sala para pegar a caneca de Demi. Quando a levantou e não se mexeu, Demi ergueu o olhar para ele e o flagrou observando seu peito. Baixou os cílios e gemeu por dentro. Queria desaparecer quan­do percebeu que o decote da camisola estava aberto e revelava o alto dos seios e os mamilos rijos. Por que se esquecera de vestir um roupão?
Correra para baixo de madrugada para evitar que o choro de Graham acordasse Joseph, e não esperava companhia às cinco da manhã, já que Joseph trabalhara até tarde. E fora daquele jeito que a outra noite come­çara... Encostou os papéis que lia no peito, mas era tarde demais. Os olhos escuros de paixão de Joseph re­velaram que já vira demais.
— Vá se vestir, ele ficará bem até você voltar.
Demi não discutiu. Levantou-se devagar, o que a deixou tão perto de Joseph que pôde sentir o cheiro de menta da pasta de dentes. Uma necessidade quase vis­ceral de lhe acariciar o queixo liso a percorreu, mas controlou-a com os punhos cerrados. Uma tensão estra­nha cresceu entre eles.
— Demi. Vá. Se. Vestir.
A voz era rouca e baixa. Não foi confortável saber que ele também sentia... aquela compulsão que ambos sabiam que era errada e sem sentido. Lutou para se lembrar do motivo por que se levantara. Fugir. Não, roupas.
— Se ele ficar inquieto, apenas alise as costas dele.
— Você tem cinco minutos.
Demi fugiu do escritório, do homem e dos anseios sexuais que transformavam o corpo dela no de uma estranha e subiu correndo as escadas. Parou no berçário e contou a respiração de Cody... o que fazia todas as noites desde que ele nascera e descobrira que era a única responsável por ele. Quando ficou satisfeita, dirigiu-se depressa para o quarto e vestiu jeans e uma camiseta de mangas compridas. Levou pouco tempo para fazer a higiene e se virou para descer. Então ouviu os balbucios matinais de Cody e voltou ao berçário. O rosto do bebê se iluminou quando a viu e lhe encheu o coração de alegria.
— Bom dia, lindo. — Deu-lhe um beijo barulhento no rosto. — Amo você.
— Mamã. — Bateu na fralda. — Odie moiado.
— Vamos colocar uma fralda limpa e então comer.
— Omê.
— Você está sempre com fome, jovenzinho. — Cantou a canção favorita dele enquanto cuidava da fralda, tomou-o nos braços e o levou para a escada.
Então ouviu o choro alto de Graham. Demi se apressou, mas ouviu a voz de Joseph:
— Não chore, garoto, ela já vai chegar. Aqui, coma isto.
Curiosa de saber o que Joseph dava ao filho, Demi diminuiu a velocidade dos passos e parou diante da porta aberta. Joseph estava sentado, e Graham, em pé junto ao joelho dele. Desajeitado, Joseph passou uma das mãos nas costas do filho, e com a outra, oferecia um dos cookies de Demi. Era impressionante como aqueles dedos longos pareciam tímidos. Na outra noite, haviam se movido com confiança pela pele dela, crian­do mágica e... Pare!
Graham ergueu os bracinhos, pedindo colo.
— Pa, pa, pa.
Silenciosamente, Demi desejou que Joseph pegasse o filho.
— Não sou seu papa, está bem? Não sou. Não pos­so ser.
Não podia ser? Como Joseph era capaz de resistir ao bebê adorável? Como podia não amar Graham? Mas não havia vestígios de ternura no rosto dele, apenas medo. Demi pensou em lhes dar mais alguns minutos, para saber se Joseph cederia ao pedido do filho, mas já ultrapassara o prazo de cinco minutos trocando a fralda de Cody.
Entrou no escritório, e o queixo de Joseph enrijeceu mais ainda.
— Sua voz no monitor o acordou.
— Desculpe. Esqueci.
E então se encolheu. Aquilo significava que ele a ou­vira cantar e dizer bobagens carinhosas para Cody. Escondeu o rosto vermelho ao se abaixar e pegar a criança que chorava e que imediatamente escondeu o rosto no pescoço dela. Beijou-lhe o alto da cabeça da mesma forma barulhenta com que beijara Cody, e ele sorriu entre as lágrimas, exatamente o que ela pretendia.
— Bom dia, Graham.

Segurando os dois bebês, Demi voltou a atenção para Joseph e percebeu seu olhar nela, não com desaprova­ção pela roupa casual, mas com fome, ardente. O pulso dela disparou e a boca secou. Como podia excitá-la com tanta facilidade na presença das crianças?
Oi como estão ??? não era pra mim estar postando hoje e muito menos esse horário, motivo? minhas aulas voltaram ontem, e por que estou postando agora? porque resolvi me dar mais uma semana de férias kkk agora vai ficar mais dificil de postar, mas vou dando meu jeito.

7 comentários:

  1. Vc sabia q é uma escritora incrível.sério ja li todas as suas fics ainda ñ tive como comentar pq so lia pelo cel.,Mas saiba de minha profunda admiração.Amoooo demais suas hiatórias.Vc consegue nos prender com elas.Q pena q vc ñ vai poder mais postar com frequência pq a curiosidade vai nos corroer.rsrs.
    Louca pra vêr a Demi quebrando essa barreira do joe.
    Parabéns linda.Continue essa eacritora MARAVILHOSA.bjiuuu

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  2. Tentando entender esse homem. Meio Confuso ele! E irritante...

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  3. Moça, cade?? Eu quero mais capitulos, eu to quase morrendo e vc num posta!!
    Por favor, posta logo, eu necessito saber o que vai acontecer *----*

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  4. E só pra deixar claro: JOSEPH É UM TOSCO!!!

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  5. Olá! Será que podia divulgar, estreará a amanhã e gostaria também convida-la para ler. Não se vai arrepender.
    http://costa-webnovel.blogspot.com
    Obrigada

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