domingo, 8 de novembro de 2015

CAPÍTULO 75 HOT


Quando paramos no seu andar, ele me puxa para fora do elevador com pressa. Entramos em seu apartamento e imediatamente sua boca ataca a minha.
— Finalmente vou poder arrancar esse vestido de você. — Ele diz, suas mãos abrindo o zíper da minha roupa. Ainda no corredor a caminho do quarto, eu perco meu vestido e Joseph seu paletó. Chagando no quarto, Joseph tira a camisa e os sapatos. Depois tira meu sutiã. Ele me joga na cama e suas mãos vão até o botão de sua calça. Quando ele a abaixa, sua ereção salta livre, me fazendo pulsar com desejo.
Ele deita-se em cima de mim e me beija apaixonadamente, sua mão desliza por minha barriga e entra em minha calcinha, ele começa a me acariciar com seus dedos habilidosos e eu gemo.
“Ah sim, eu adorava quando ele me comia por trás. Mas nada supera o prazer que eu sentia quando participávamos de uma orgia.”
A voz de Blanda ecoa em minha cabeça e eu a mando para longe.
— Meu Deus, como eu te amo. — Ele diz, me beijando, me acariciando.
“Ele gosta de sentir prazer sem pudor, sem restrições, ele gosta de algemar, amarrar, bater, dividir, ele gosta de sexo na sua forma mais suja, mais impura, ele gosta de se enfiar em todos os buracos que você tem e não de fazer amor.”
Saia da minha cabeça, Blanda. Saia!
“Joseph sempre teve uma certa inclinação se tratando de sexo, uma inclinação muito forte, é algo que faz parte dele e nunca irá embora.”
Nunca irá embora, nunca irá embora, nunca irá embora. As palavras se repetem em minha mente.
“Só para o caso de você achar mesmo que ele te ama...Eu e Joseph nos beijamos mês passado, no escritório dele.”
Não é verdade, não pode ser verdade. Joseph não faria isso comigo.
Ele começa a puxar minha calcinha para baixo, sua boca se fecha em meu seio.
“Diga-me, você não adora os sons que Joseph faz quando você está chupando ele?”
Eu não sei os sons que ele faz, eu nunca fiz isso por ele. Mas ela sabe, muitas e muitas mulheres sabem, muitas já viram ele gozando. Como ele fica lindo quando está gozando, várias mulheres já lhe deram prazer, chuparam ele. Eu não.
Joseph... — Chamo seu nome.
— Eu sei, amor. — Ele diz se encaminhando para o meio das minhas pernas.
— Não. Eu quero...Não, espere. Pare, Joseph. — Digo e ele para na hora, encontra com meu olhar e me olha confuso.
— O que? O que foi?
— Não faça isso. É a minha vez. — Ele se levanta e eu o empurro para o colchão, ele cai de costas e eu monto em cima dele.
Eu não posso oferecer tudo o que ele gosta, não posso dividir ele com nenhuma outra mulher, não suportaria. Mas isso eu posso fazer. Começo a beijar seu peito, passo a língua por seus mamilos, Joseph geme. Vou descendo cada vez mais, beijando a região de suas costelas, lambendo e mordendo-o. Cada vez que eu deslizo minha boca mais para baixo, mais sua respiração fica irregular.
Demetria. — Ele geme meu nome.
Seguro sua ereção em minha mão, fazendo um movimento de vai e vem. Aproximo-a de meus lábios, fechando minha boca na ponta de sua excitação.
— Ah meu Deus...Isso.
Chupo-o e levo-o mais fundo, brincando com a minha língua por todo o seu comprimento. Sempre que eu chupava Harry, ele parecia ficar louco, sempre me dizendo como eu era boa nisso, como ele foi o meu primeiro, foi ele quem me ensinou tudo o que eu sei. No começo ele foi me instruindo, dizendo o que gostava e o que não, até que eu aprendi tudo o que ele gostava. Não sei como Joseph gostaria que eu fizesse com ele, mas ajo por instinto, chupando-o e lambendo-o, e ele parece estar gostando. Suas mãos estão agarradas ao lençol, sua respiração está acelerada e ele faz sons muito eróticos. Sem contar que ele está duro como uma pedra, então acho que devo estar fazendo isso certo.
Demetria...Meu amor...
— Você gosta disso? — Pergunto prendendo seu olhar no meu, lambendo-o da base até a ponta.
— Ah Deus, sim, sim eu gosto, muito.
Chupo-o avidamente até que ele me impede.
— Não quero gozar agora. — Ele diz quando eu protesto e tento leva-lo novamente em minha boca.
Ele me puxa e me deita na cama.
— Isso foi uma delícia, meu amor. Essa sua boca linda parece o paraíso, você toda parece. — Suas mãos começam a percorrer todo o meu corpo. — Você é tão linda, tão gostosa, eu te quero mais que qualquer coisa, Demetria.
— Eu também te quero, Joseph. — Suspiro enquanto suas mãos me acariciam.
Ele segura minhas pernas e as abre ao máximo, então abaixa a cabeça no meio delas e quando sinto sua língua meu mundo todo se desfaz. Só sobrou o prazer, puro e concentrado, e eu me perco completamente nele.
Joseph
Não tem como meu humor estar melhor hoje. Vou admitir sem vergonha alguma que eu estava completamente errado, se apaixonar é algo extraordinário, maravilhoso.
Eu amo tanto Demetria e esse amor me dá forças para todo. Sinto-me mais feliz, mais leve, mais capaz de enfrentar os problemas, sinto que finalmente tenho um propósito na vida. Um rumo, uma direção. Demetria é a minha bússola, sem ela estaria perdido. Nunca serei capaz de deixar de ama-la, e espero que ela sinta o mesmo. Estaciono o carro na frente da Bachendorf’s. Entro na joalheria e vou direto falar com uma moça atrás do balcão de vidro.
— Olá, senhor. Como posso ajuda-lo?
— Eu vim buscar um relógio que eu havia deixando aqui para que concertassem.
— Qual o seu nome?
Joseph Jonas.
— Só um momento, Sr. Jonas.
— Obrigado. — A moça sorri e some em uma porta no fundo da loja.
Enquanto espero que a moça volte com meu relógio, algumas peças na vitrine chamam minha atenção. Há uns colares e pulseiras muito bonitos, passo os olhos por eles, mas um item em especial chama minha atenção. Um anel de princesa com vários pequenos diamantes.
— Aqui está, senhor. — A moça volta e me entrega uma caixa de veludo negro.
— Obrigado.
— Gostaria de vê-lo de perto? — Ela percebe que estou olhando o anel e pergunta.
Não sei, eu gostaria de ver o anel de perto? É um anel de noivado, mas só ver não faz mal, não é?
— Sim, eu gostaria, por favor. — A vendedora sorri e vai buscar o anel. Ela pega uma chave, destrancando a vitrine e pegando o anel que eu admirava.
— Esse é um clássico anel com corte princesa, de 2.5 quilates. — Ela informa enquanto me entrega o anel.
— É muito bonito. — Digo admirando-o.
— Nós temos alguns outros modelos que acabaram de chegar, se o Sr. quiser ver. — Ela oferece.
— Eu gostaria de ver alguns, por favor.
A vendedora se vai por alguns instantes e volta carregando uma caixa aveludada. Ela deposita a caixa no balcão e a abre, retira um anel de dentro e me entrega.
— Temos esse. O diamante maior é de 2 quilates, a faixa de platina também possui diamantes menores, é outro clássico de lapidação princesa.
Analiso o anel e o devolvo. É lindo, mas não consigo imaginar Demetria usando-o, não combina com ela. Então a vendedora me mostra outro modelo, e depois outro, e mais outro.
— Temos esse daqui. Possui 3 quilates e...
— É esse. — Interrompo-a no meio da frase e arranco o anel de sua mão, ávido para olha-lo mais de perto. — É perfeito. — Sussurro para mim mesmo.
Admiro o lindo anel. Ele possui três pedras de diamante em formato oval. A maior está no centro, e nos dois lados há mais duas pedras menores. Ficaria perfeito na mão delicada de Demetria.
— É esse, é perfeito. Vou levar.
A vendedora abre um sorriso largo, com certeza muito contente com a comissão que vai ganhar por essa venda.
— Pois não, vou guarda-lo para o Sr.
Ela guarda o anel dentro de uma caixa quadrada de veludo azul escuro e coloca dentro de uma pequena sacola, assim como a caixa com meu relógio. Ela me entrega o certificado de autenticidade do anel e eu lhe entrego meu cartão de crédito. Depois de pegar meu cartão me despeço da vendedora e volto para meu carro. Uma vez lá dentro, pego a caixinha com o anel e a abro. Eu não pretendia comprar um anel de noivado quando vim aqui, comprei-o meio que por impulso. Não é só porque eu o comprei que eu tenho que pedi-la em casamento, posso esperar se eu quiser. Posso deixar o anel guardado até que a hora certa chegue.
Guardo o anel e ligo o carro, guio de volta para meu apartamento, só imaginando a cara de Demetria quando a hora chegar e eu pedi-la em casamento.


Nenhum comentário:

Postar um comentário